A internet via satélite da Starlink, de Elon Musk, começa a funcionar na Inglaterra

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Ainda em fase beta, os usuários reportam alta velocidade de processamento


O serviço de internet via satélite da Starlink, da empresa aeroespacial SpaceX, foi aprovado para funcionar no Reino Unido. A liberação veio pelo órgão regulador Ofcom, que concedeu o direito de operação e liberou o envio dos kits de provedores. Com isso, o Reino Unido se torna a segunda nação a testar o serviço – os Estados Unidos aprovaram o uso também beta no final de 2020.

Quem começou a usar se surpreendeu com a velocidade do serviço. Philip Hall, morador da zona rural de Devon, sudoeste da Inglaterra, recebeu o roteador e o terminal para se conectar aos satélites na véspera de Ano Novo e viu sua conexão saltar de 0,5 megabits por segundo (com a operadora anterior) para uma média de 85 Mbps com a Starlink. “Em uma hora, fizemos uma conversa pelo Zoom com nossos netos – foi maravilhoso”, disse ele ao Business Insider. Hall investiu 439 libras (cerca de R$ 3,2 mil) para ter o kit inicial, e paga mais 84 libras (R$ 620)  pela assinatura mensal.

Com a aprovação, o serviço de Elon Musk deve concorrer na Inglaterra com provedores mais convencionais como o BT Group, que oferece o serviço via terrestre, e OneWeb, empresa de satélite tradicionais que foi resgatada da falência pelo governo britânico e pela Bharti Global, empresa de telecomunicações indiana, em novembro.

Musk quer tornar a Starlink fornecedora de internet banda larga ultra rápida para todos os países do mundo, o que envolveria mais de 42 mil satélites. Até agora, a SpaceX lançou em órbita pelo menos 830 satélites Starlink.

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