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Expansão do programa de bicicletas elétricas busca facilitar o trabalho de entregadores, reduzir emissões de carbono e ampliar alternativas de mobilidade urbana.
A plataforma de delivery iFood anunciou a ampliação de seu programa de mobilidade elétrica em Brasília com a chegada de cem novas bicicletas elétricas destinadas a entregadores parceiros. A iniciativa faz parte da expansão nacional do projeto de entregas sustentáveis da empresa, que busca facilitar o acesso ao trabalho no delivery e reduzir o impacto ambiental das entregas urbanas.
O projeto integra o programa iFood Pedal, desenvolvido em parceria com a empresa de micromobilidade Tembici. A proposta é ampliar o uso de bikes elétricas para entregadores, oferecendo uma alternativa mais acessível e sustentável em comparação a motos ou outros veículos movidos a combustíveis fósseis.
Além de aumentar a frota disponível na capital federal, a iniciativa também faz parte de um plano maior de expansão. O objetivo é chegar a até 45 mil bicicletas elétricas em operação no Brasil, com cerca de 20 mil unidades previstas até 2027.
Expansão da mobilidade elétrica no delivery
O crescimento do uso de bikes elétricas para entregadores acompanha uma tendência global de transformação na mobilidade urbana. Nos últimos anos, plataformas de delivery passaram a investir em modais mais sustentáveis, especialmente em grandes cidades.
No caso do iFood, a ampliação do programa busca facilitar a entrada de novos trabalhadores no setor. Com as bicicletas elétricas, entregadores não precisam investir em motocicletas ou arcar com custos elevados de combustível, manutenção e documentação.
Segundo a empresa, a expansão em Brasília também fortalece a geração de renda local. Ao mesmo tempo, incentiva o uso de meios de transporte menos poluentes, contribuindo para a redução das emissões de carbono nas entregas urbanas.
Como funcionam as bicicletas elétricas
As bikes elétricas para entregadores utilizam um sistema conhecido como pedal assistido. Isso significa que o motor elétrico é ativado apenas quando o ciclista pedala, auxiliando no deslocamento e reduzindo o esforço físico durante as entregas.
Esse modelo permite alcançar velocidades de até 25 km/h e oferece autonomia média de cerca de 60 quilômetros por bateria. Dessa forma, os entregadores conseguem realizar várias corridas ao longo do dia sem necessidade de recarga constante.
Além disso, os equipamentos contam com componentes certificados e sistemas de segurança projetados para o uso diário em ambientes urbanos. Esse cuidado busca garantir maior durabilidade e confiabilidade para quem utiliza as bicicletas como ferramenta de trabalho.
Aluguel acessível para entregadores
Os entregadores ativos na plataforma podem alugar as bikes elétricas diretamente pelo aplicativo do iFood. O processo de contratação ocorre dentro da própria plataforma usada pelos profissionais.
Os planos começam a partir de aproximadamente R$14 por dia ou cerca de R$95 por semana. O valor inclui manutenção da bicicleta, o que traz maior previsibilidade de custos para os trabalhadores que dependem do veículo para realizar entregas.
Com essa estrutura, a empresa busca ampliar o acesso ao delivery para pessoas que desejam iniciar na atividade, mas não possuem recursos para investir em outros meios de transporte.
Além disso, especialistas apontam que bikes elétricas para entregadores podem aumentar a produtividade no trabalho. Como o esforço físico é menor, os profissionais conseguem percorrer maiores distâncias e realizar mais entregas durante o mesmo período.
Investimentos em tecnologia e apoio aos entregadores
A expansão do programa faz parte de um conjunto mais amplo de investimentos do iFood voltados ao ecossistema de entregas. A empresa afirma que, somente em 2025, destinou mais de R$744 milhões para iniciativas relacionadas a suporte e incentivo financeiro para entregadores.
Entre as ações estão a ampliação de pontos de apoio nas cidades, criação de novos hubs de descanso e programas voltados ao bem-estar dos profissionais. Esses espaços oferecem estrutura para pausas durante o trabalho, acesso a água, banheiro e recarga de celulares.
Outro anúncio recente envolve a ampliação da chamada Diária por Incapacidade Temporária (DIT), benefício que oferece suporte financeiro para entregadores que precisam se afastar temporariamente das atividades por motivos de saúde ou acidentes.
Caminho para entregas mais sustentáveis
Além de melhorar as condições de trabalho no delivery, a expansão das bicicletas elétricas também faz parte da estratégia de descarbonização do setor logístico urbano.
A substituição gradual de veículos movidos a combustíveis fósseis por modais elétricos ou não motorizados pode reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa associadas às entregas.
Nesse cenário, iniciativas como o iFood Pedal buscam equilibrar geração de renda, inovação tecnológica e sustentabilidade ambiental. Com isso, a empresa aposta que as bikes elétricas para entregadores podem se tornar um elemento cada vez mais comum no transporte urbano das grandes cidades brasileiras.
Perguntas frequentes
Como funcionam as bicicletas elétricas usadas por entregadores?
Elas utilizam um sistema de pedal assistido, no qual o motor elétrico ajuda na pedalada. Isso reduz o esforço físico e facilita percursos mais longos durante as entregas.
Quanto custa alugar uma bike elétrica do programa?
Os planos começam a partir de cerca de R$14 por dia ou aproximadamente R$95 por semana, com manutenção da bicicleta incluída.
Qual a autonomia das bicicletas elétricas?
A maioria das bikes elétricas utilizadas no programa possui autonomia média de até 60 quilômetros por carga de bateria.
Por que empresas de delivery estão investindo em bicicletas elétricas?
Além de reduzir custos operacionais, as bikes elétricas ajudam a diminuir emissões de carbono e ampliam o acesso de novos trabalhadores ao setor de entregas.


























