Especialista Flávio Hideo, fundador do Grupo 365, comenta como os modelos flexíveis de coworking têm se tornado alternativa mais econômica
Com a consolidação do trabalho híbrido e o aumento dos custos fixos para profissionais autônomos, freelancers e pequenos empreendedores, os coworkings passaram a investir em modelos mais flexíveis de contratação. A possibilidade de alugar um espaço por hora ou diária tem atraído pessoas que precisam de estrutura profissional sem assumir mensalidades fixas.
De acordo com dados do Censo Coworking Brasil, realizado pela Woba, o país possui cerca de 2.986 espaços de coworking em funcionamento, impulsionados principalmente pela busca por flexibilidade, redução de custos e networking profissional.
O avanço do trabalho híbrido também ajudou a impulsionar esse movimento. Um estudo do International Workplace Group (IWG) mostrou que 75% das empresas com políticas flexíveis de trabalho estão otimistas em relação ao crescimento dos negócios, justamente pelos ganhos em produtividade e redução de custos.
No 365 Coworking, em Brasília, a procura por formatos mais flexíveis cresceu principalmente entre profissionais que alternam dias em home office com encontros presenciais, creators que precisam gravar conteúdos ou receber clientes e autônomos que querem fugir das distrações de casa sem assumir contratos longos.
“Hoje, muitas pessoas querem ter acesso a uma estrutura profissional, mas sem o peso de um custo fixo mensal alto. O modelo por hora ou diária virou uma solução inteligente para quem precisa de flexibilidade e produtividade”, afirma Flávio Hideo.
Especialista Flávio Hideo, fundador do Grupo 365, orienta que, antes de escolher um coworking, é importante avaliar fatores como localização, conforto, estrutura tecnológica e ambiente colaborativo. Segundo ele, espaços que favorecem concentração e conexões profissionais acabam impactando diretamente na produtividade do trabalhador.
Além da economia, os coworkings oferecem estrutura pronta, internet de alta velocidade, salas climatizadas, café, espaços de reunião e oportunidades de networking, fatores que ajudam profissionais independentes a manterem uma rotina mais organizada e produtiva.
No caso do 365 Coworking, há opções de bancadas compartilhadas e fixas, além de planos de endereço fiscal e locações flexíveis para diferentes perfis de profissionais. O espaço também aposta em ambientes colaborativos para estimular conexões e trocas entre os usuários. Atualmente, o coworking oferece planos de bancada compartilhada a partir de R$ 365 mensais e serviços de endereço fiscal a partir de R$ 79,90 por mês.
“Mais do que uma mesa e internet, as pessoas procuram ambientes que realmente favoreçam a concentração, a criatividade e o contato com outros profissionais. Isso impacta diretamente na produtividade”, completa Flávio Hideo.
A tendência acompanha uma mudança no comportamento profissional. Em vez de manter escritórios próprios ou contratos longos, muitos trabalhadores passaram a buscar espaços sob demanda, utilizando coworkings apenas nos dias em que precisam de reuniões, gravações, foco ou interação presencial.
Entre os perfis que mais utilizam esse modelo estão designers, jornalistas, social medias, consultores, programadores, videomakers, advogados e pequenos empreendedores. Para muitos deles, a contratação avulsa acaba sendo financeiramente mais vantajosa do que manter um escritório fixo ou adaptar a própria casa para o trabalho.
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